Futebol Cearense
Terça, 10 Maio 2016 14:47

Arbitragem para Joinville/SC X Ceará/CE

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O Ceará entra em campo nesta quarta-feira (11/05), pela 2ª fase da Copa do Brasil 2016, jogo de Ida, Grupo 44, na cidade de Joinville-SC, para enfrentar o vice-campeão estadual de Santa Catarina, o Joinville Esporte Clube (JEC). O jogo está programado para as 19h30min, na Arena Joinville, com arbitragem de Wagner Reway, do Mato Grosso, Aspirante FIFA, que vai fazer sua estreia na competição este ano. O árbitro, de 34 anos, natural de Cascavel-PR, nasceu no dia 14 de maio de 1981, é professor de Educação Física e ingressou nos quadros da Relação Nacional dos Árbitros de Futebol (RENAF), em 2007.

 

Em 2015, Wagner Reway foi o primeiro árbitro brasileiro a ser convidado para participar de um seminário de árbitros da UEFA, em Nyon, na Suiça, presidido pelo ex-árbitro Pierluigi Collina, italiano, que apitou a final da Copa do Mundo de 2002. No próximo ano, em 2017, com o objetivo de aprimorar seu nível técnico e obter o escudo FIFA, Wagner Reway vai se transferir para a o Rio de Janeiro e passará a atuar pela Federação de Futebol do Rio de Janeiro (FFERJ). Também pesou na decisão de mudar de federação, o fato da esposa do árbitro ter recebido uma proposta profissional para trabalhar na Cidade Maravilhosa.

 

O Ceará avançou a segunda fase da competição após dois empates diante do Resende/RJ. O primeiro jogo foi 2 a 2, em Volta Redonda-RJ, e o segundo jogo foi 1 a 1, em Fortaleza-CE. Já o Joinville, se classificou para a segunda fase, ao empatar, a primeira partida, em 1 a 1, com o Comercial/MS, em Rio Brilhante-MS, e vencer por 1 a 0, o segundo jogo, em Joinville-SC. Abaixo, segue o quadro de arbitragem para a partida:

 

Árbitro: Wagner Reway/MT (ASP)

Assistente nº 1: Thiago Henrique Neto Corrêa Farinha/RJ (CBF1)

Assistente nº 2: Patrícia Silveira de Paiva Retondário da Silva/RJ (CBF1)

4º Árbitro: William Machado Steffen/SC (CBF2)

Assessor CONAF: Claudemir Maffessoni/SC

Terça, 10 Maio 2016 14:31

NÚMEROS DO CAMPEONATO CEARENSE 2016

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Com duas vitórias sobre o Uniclinic, por 4 a 1 e 1 a 0, no PV e Castelão, respectivamente, na final do campeonato, o Fortaleza sagrou-se Bicampeão cearense de futebol e teve motivos de sobra para comemorar o título estadual, em cima de um adversário que pouca resistência teve para oferecer, sobretudo, no primeiro confronto. O Uniclinic não foi nem a sombra daquela equipe aguerrida e lutadora, das fases anteriores da competição e o Fortaleza não precisou se esforçar muito para levantar a taça de Campeão Cearense, em 2016.

 

O Cearense da Série A 2016 contou com a participação de dez clubes. Da capital participaram Ceará, Fortaleza, Tiradentes e Uniclinic. Do interior do estado participaram Icasa e Guarani, de Juazeiro do Norte-CE, Guarany, de Sobral-CE e Maranguape, Itapipoca e Quixadá, dos municípios de mesmo nome. O Fortaleza terminou a 1ª Fase do Estadual como líder do Grupo A1, com uma campanha que só ficou atrás do maior rival, o Ceará, que terminou na liderança do Grupo A2. O Tricolor de Aço obteve 19 pontos em 8  jogos, com 6 vitórias, 1 empate e 1 derrota, 19 gols marcados, 8 gols sofridos, saldo positivo de 11 gols e 79,1% de aproveitamento. Já o Ceará, somou 21 pontos em 8  jogos, com 7 vitórias, 1 derrota e nenhum empate, 14 gols marcados, 3 gols sofridos, saldo positivo de 11 gols e 87,5% de aproveitamento. Passavam para a próxima fase, os três melhores do grupo A1 (Fortaleza, Uniclnic e Maranguape) e os três melhores do Grupo A2 (Ceará, Guarani [J] e Guarany [S]).

 

Os dois último colocados de cada grupo, Icasa e Itapipoca (A1) e Tiradentes e Quixadá (A2), disputaram, na 2ª Fase de Descenso, o chamado Grupo da Morte, um quadrangular para apontar os dois clubes que seriam rebaixados para o Campeonato Cearense da Série B, em 2017. O Tiradentes terminou o quadrangular em 1º lugar com 15 pontos em 6 jogos, 5 vitórias, nenhum empate e 1 derrota, 12 gols pró, 3 gols contra, saldo positivo de 9 gols e 83,3% de aproveitamento. O Itapipoca terminou em 2º lugar com 10 pontos em 6 jogos, 3 vitórias, 1 empate e 2 derrotas, 12 gols pró, 7 gols contra, saldo positivo de 5 gols e 55,6% de aproveitamento.

 

O Quixadá terminou em 3º lugar, empatado com o Itapipoca, com 10 pontos em 6 jogos, 3 vitórias, 1 empate e 2 derrotas, 11 gols pró, 7 gols contra, saldo positivo de 4 gols e 55,6% de aproveitamento. Como o Itapipoca tinha melhor campanha na 1ª Fase, terminou na frente do Quixadá. O lanterna da 2ª Fase de Descenso e de toda a competição foi o Icasa com uma campanha muito ruim. No Grupo da Morte foram 6 derrotas em 6 jogos, somente 3 gols marcados, 21 gols sofridos, saldo negativo de 18 gols e nenhum aproveitamento. Em toda a competição, o Verdão do Cariri apresentou uma campanha com 5 pontos em 14 jogos, 1 vitória, 2 empates e 11 derrotas, 11 gols pró, 36 gols contra, saldo negativo de 25 gols e apenas 11,9% de aproveitamento.

 

Na 2ª Fase, no Grupo do Título, o Leão do Pici terminaria como líder do Grupo B1, empatado, com a mesma campanha do Guarani de Juazeiro do Norte, líder do Grupo B2, com 11 pontos em 6 jogos, 3 vitórias, 2 empates e 1 derrota. O Leão do Pici superou o Leão do Mercado no número de gols pró e contra.  Foram 7 gols a favor, 3 gols contra e um saldo positivo de 4 gols, com 61,1% de aproveitamento.  Nesta fase, passavam para a Semifinal, os dois melhores de cada grupo (B1 e B2).

 

O Uniclinic classificou-se para as Semifinais como segundo colocado no Grupo B1 e o Guarany de Sobral, como segundo colocado no Grupo B2, ficando o Maranguape e o Ceará fora das disputas pelo título estadual, apesar do Alvinegro de Porangabuçu ter terminado a 2ª Fase com a melhor campanha geral da competição, inclusive a frente do Fortaleza, no saldo de gols.

 

Na Semifinal, o Fortaleza enfrentou o Guarany de Sobral, em duas partidas, de da e volta. O Tricolor de Aço venceu a primeira, no Junco, em Sobra-CE, por 3 a 1 e empatou a segunda, no Castelão, em Fortaleza-CE, por 4 a 4, garantindo vaga na final. Já o Uniclinic, enfrentou o Guarani de Juazeiro, também em duas partidas, de ida e volta. A Água da Precabura venceu a primeira, no Romeirão, em Juazeiro do Norte-CE, por 2 a 0 e perdeu a segunda, em Fortaleza-CE, no PV, pelo mesmo placar, 2 a 0. Como houve empate, em pontos ganhos, na Semifinal, entre Uniclinic e Guarani de Juazeiro, o desempate, de acordo com o Regulamento Específico da Competição (REC), foi feito, em observância ao segundo critério estabelecido no Inciso II, do Parágrafo 2º, do Artigo 14: melhor campanha nas fases anteriores somadas. A vaga, então, coube ao Uniclinic que, dessa forma, garantiu o direito de decidir o campeonato com o Fortaleza, em duas partidas.

 

Os principais artilheiros foram: Anselmo (Fortaleza, 11 gols); Diogo (Uniclinic, 7 gols); Rafael Costa (Ceará, 6 gols); Tininho (Guarany de Sobral, 5 gols); Enercino (Uniclinic, 5 gols); Daniel Sobralense e Everton (Fortaleza, 4 gols); Philco (Guarani de Juazeiro, 4 gols); Luiz Carlos (Guarany de Sobral, 4 gols); Everton (Quixadá, 4 gols); Wallison (Tiradentes, 4 gols); Richardson (Ceará, 3 gols); Jean Mota e Núbio Flávio (Fortaleza, 3 gols); Adenilson (Guarani de Juazeiro, 3 gols); Valtinho (Guarany de Sobral, 3 gols); Gaúcho, Jessuí e Nilsinho (Maranguape, 3 gols); Daniel (Quixadá, 3 gols); e Danilo (Tiradentes, 3 gols).

 

O Tricolor do Pici foi comandado pelo técnico Flávio Araújo, na 1ª Fase da competição. Foram 8 jogos, com 6 vitórias, 1 empate e 1 derrota, a equipe marcou 19 gols, sofreu 8 gols, apresentando um saldo positivo de 11 gols e 79,1% de aproveitamento. Apesar do aproveitamento e das vitórias no Estadual, o rendimento não era bom na Copa do Nordeste. Flávio Araújo foi demitido antes de iniciar a 2ª Fase do Estadual e antes de terminar a fase de grupos da Copa do Nordeste.

 

Na primeira partida da 2ª Fase do Estadual, o Tricolor foi dirigido pelo interino Jorge Veras, que obteve uma vitória em Sobral, diante do Guarany, pelo placar de 2 a 0. Assumiria a equipe, a partir da segunda partida, o técnico Marquinhos Santos. A partir daí, foram 9 jogos, com uma campanha inferior a de Flávio Araújo, em número de vitórias, mas expressiva em termos de resultados importantes. O novo treinador obteve no Cearense: 5 vitórias, 3 empates e 1 derrota, 17 gols a favor, 9 gols contra, saldo positivo de 8 gols e 66,6% de aproveitamento.

 

No total, o Campeonato Cearense da Série A 2016 teve 76 partidas, com 186 gols marcados (média de 2,4 gols por partida). Foram aplicados 450 cartões amarelos (média de 5,9 cartões amarelos por partida) e 33 cartões vermelhos.O Tiradentes foi o clube que menos levou cartão amarelo, com 34 cartões em 14 jogos. Em seguida, vem o Guarani de Juazeiro, com 36 cartões em 16 jogos e Ceará e Icasa, com 39 cartões em 14 jogos.

 

Os clubes que tiveram jogadores com mais cartões amarelos foram Uniclinic, com 64 cartões em 18 jogos; Quixadá, com 60 cartões em 14 jogos; e Fortaleza/CE, com 52 cartões em 18 jogos. O Itapipoca, em 14 jogos, levou 44 cartões amarelos; já o Maranguape, em 14 jogos, foi advertido com 42 cartões amarelos; e o Guarany de Sobral, em 14 jogos, levou 40 amarelos. Os jogadores que mais foram advertidos, com cartão amarelo, por clube, são: Enercino e Guídio (Uniclinic, 7 cartões amarelos, cada); Felipe (Fortaleza, 6 cartões amarelos); Baraka (Ceará, 6 cartões amarelos); Breno (Guarany de Sobral, 6 cartões amarelos); Júnior Alves (Maranguape, 6 cartões amarelos); César Sampaio (Tiradentes, 6 cartões amarelos); Mimi, Rafael e Torun (Itapipoca, 6 cartões amarelos, cada); Dassayev e Diego Julião (Quixadá, 6 cartões amarelos, cada); Raphael e Adenilson (Guarani de Juazeiro, 5 cartões amarelos, cada); e Aelxsandro (Icasa, 5 cartões amarelos);

 

Dos 33 cartões vermelhos aplicados, ao longo do campeonato, o Uniclinic, foi o clube que teve mais jogadores excluídos das partidas, com 7 expulsões (Victor, duas vezes; Enercino; Douglas; Leanderson; Guto; e Leylon). Depois, com 5 expulsões, vem o Icasa (Alexsandro, duas vezes; André; Diego; e Keano) e o Tiradentes (Teles; Adriano; Gel; Iago; e Marcel). Em seguida, com 3 expulsões vem o Fortaleza (Bruno Melo; Pio; e Ricardo Berna), o Quixadá (Everton; Marreta; e Renato), o Itapipoca (Douglas Ribeiro; Kalil; e Torun) e o Guarani de Juazeiro (Eduardo Eré, duas vezes; e Thomas Anderson). Com dois jogadores expulsos aparece o Ceará (Siloé e Buiú) e o Guarany de Sobral (China e Alan Marques). O Maranguape foi o único clube que não teve nenhum atleta expulso, em toda a competição.

 

Em relação à arbitragem no Cearense da Série A 2016, foram escalados 24 árbitros para atuar nas 76 partidas realizadas. O árbitro que mais apitou foi o da segunda partida da final, Cleuton Lima (FCF-A / 7 jogos / 31 amarelos / nenhum vermelho). Em seguida vem Magno Cordeiro (CBF2 / 6 jogos / 40 amarelos / 2 vermelhos); Avelar Rodrigo (CBF1 / 5 jogos / 31 amarelos / 1 vermelho); César Magalhães (CBF1 / 5 jogos / 31 amarelos / 3 vermelhos); Edson Galvão (FCF-A / 5 jogos / 29 amarelos / 2 vermelhos); Almeida Filho (ESP2 / 4 jogos / 20 amarelos / 3 vermelhos); Gleysto Gonçalves (FCF-A / 4 jogos / 17 amarelos / 1 vermelho); Léo Simão (CBF1 / 4 jogos / 25 amarelos / 5 vermelhos); Alexandre Peixoto (FCF-B / 3 jogos / 22 amarelos / 1 vermelho); Antônio Sócrates (FCF-A / 3 jogos / 15 amarelos / nenhum vermelho); Carlos Custódio (FCF-A / 3 jogos / 22 amarelos / nenhum vermelho); Glauco Feitosa (CBF2 / 3 jogos / 21 amarelos / 2 vermelhos); Juceando Sousa (FCF-A / 3 jogos / 15 amarelos / 4 vermelhos); Luzimar Siqueira (FCF-A / 3 jogos / 19 amarelos / 1 vermelho); Renato Pinheiro (FCF-B / 3 jogos / 15 amarelos / nenhum vermelho); Wladyérisson Oliveira (FCF-A / 3 jogos / 18 amarelos / nenhum vermelho); Adriano Barros (FCF-A / 2 jogos / 15 amarelos / 2 vermelhos); Everton Cortez (FCF-B / 2 jogos / 12 amarelos / 1 vermelho); Iran Rocha/CE (FCF-B / 2 jogos / 11 amarelos / 1 vermelho); Paulo Ferreira (FCF-B / 2 jogos / 12 amarelos / 2 vermelhos); Leandro Martins (FCF-B / 1 jogo / 7 amarelos / 1 vermelho); Luciano Miranda (FCF-C / 1 jogo / 9 amarelos / 1 vermelho); Marcos Guedes (FCF-B / 1 jogo / 9 amarelos / nenhum vermelho); e Rodrigues Júnior (1 jogo / 4 amarelos / nenhum vermelho). Magno Cordeiro (CBF2) foi árbitro que mais advertiu, aplicando 40 cartões amarelos, em 6 jogos, e o que mais expulsou, foi Léo Simão (CBF1), com 5 cartões vermelhos, em 4 jogos.

 

Nas 76 partidas realizadas, 27 árbitros-assistentes atuaram. São eles: Renan Aguiar (CBF1 / 12 jogos); Naílton Oliveira (CBF1 / 11 jogos); Armando Lopes (CBF2 / 10 jogos); Samuel Oliveira (CBF2 / 10 jogos); Mardônio Ribeiro (CBF2 / 9 jogos); Ramon Machado (CBF2 / 9 jogos); Anderson Farias (CBF2 / 8 jogos); Arnaldo Souza (CBF1 / 8 jogos); Arnaldo Lima (FCF / 7 jogos); Jaílson Albano (CBF2 / 7 jogos); Batista Chaves (FCF / 7 jogos); Wellington Furtado (FCF / 6 jogos); Marco Aurélio (FCF / 6 jogos); Eleutério Marques (FCF / 5 jogos); Franco Weber (FCF / 5 jogos); Roberto Pereira (FCF / 5 jogos); Carolina Romanholi (ASP. FIFA / 4 jogos); Marcelo Melo (FCF / 4 jogos); Alden Christian (FCF / 3 jogos); Roberto Menezes (FCF / 3 jogos); Wellington Brito (FCF / 3 jogos); Josivaldo Pereira (FCF / 2 jogos); Gentil Melo (FCF / 2 jogos); George Genuca (FCF / 2 jogos); Gleidson Ávila (FCF / 2 jogos); Cláudio Braga (FCF / 1 jogo); Getur Almeida (FCF / 1 jogo).

 

CLASSIFICAÇÃO GERAL DO CAMPEONATO CEARENSE SÉRIE A 2016

 

1º) Fortaleza (40 pontos; 18 jogos; 12 vitórias; 4 empates; 2 derrotas; 38 gols pró; 17 gols contra; saldo positivo de 21 gols e 74,0% de aproveitamento)

2º) Uniclinic (28 pontos; 18 jogos; 9 vitórias; 1 empate; 8 derrotas; 20 gols pró; 25 gols contra; saldo negativo de 5 gols e 51,8% de aproveitamento)

3º) Guarani [J] (28 pontos; 16 jogos; 8 vitórias; 4 empates; 4 derrotas; 16 gols pró; 10 gols contra; saldo positivo de 6 gols e 58,3% de aproveitamento)

4º) Guarany [S] (23 pontos; 16 jogos; 7 vitórias; 2 empates; 7 derrotas; 17 gols pró; 20 gols contra; saldo negativo de 3 gols e 47,9% de aproveitamento)

5º) Ceará (30 pontos; 14 jogos; 9 vitórias; 3 empates; 2 derrotas; 26 gols pró; 8 gols contra; saldo positivo de 18 gols e 71,4% de aproveitamento)

6º) Maranguape (12 pontos; 14 jogos; 3 vitórias; 3 empates; 8 derrotas; 13 gols pró; 21 gols contra; saldo negativo de 8 gols e 28,5% de aproveitamento)

7º) Tiradentes (21 pontos; 14 jogos; 6 vitórias; 3 empates; 5 derrotas; 17 gols pró; 13 gols contra;  saldo positivo de 4 gols e 50,0% de aproveitamento)

8º) Itapipoca (15 pontos; 14 jogos; 4 vitórias; 3 empates; 7 derrotas; 15 gols pró; 17 gols contra; saldo negativo de 2 gols e 35,7% de aproveitamento)

9º) Quixadá (12 pontos; 14 jogos; 3 vitórias; 3 empates; 8 derrotas; 13 gols pró; 19 gols contra; saldo negativo de 6 gols e 28,5% de aproveitamento)

10º) Icasa (5 pontos; 14 jogos; 1 vitória; 2 empates; 11 derrotas; 11 gols pró; 36 gols contra; saldo negativo de 25 gols e 11,9% de aproveitamento)

 

TROCA DE TREINADOR

 

Dos dez clubes participantes, metade permaneceu com o mesmo técnico, até o final da campanha. São eles: Uniclinic (Maurílio Silva); Guarani de Juazeiro (Edson Leivinha); Guarany de Sobral (Júnior Cearense); Maranguape (Reginaldo França); e Tiradentes (Vladimir de Jesus).

 

O Fortaleza iniciou com o técnico Flávio Araújo, que ficou até o final da 1ª Fase. Jorge Veras assumiu, interinamente, na primeira partida da 2ª Fase, na vitória por 2 a 0 sobre o Guarany de Sobral, no Junco. Marquinhos Santos assumiu a equipe a partir da segunda partida da 2ª Fase da competição.

 

O Ceará iniciou a competição com Lisca que fez boa campanha na 1ª Fase.  O treinador foi demitido antes daquela que seria a última partida do Alvinegro na competição, na 6ª rodada da 2ª Fase, quando o Ceará foi dirigido pelo técnico interino Cristian de Souza e venceu o Uniclinic, por 5 a 1.

 

O Icasa iniciou o Cearense sob o comando do técnico Márcio Bittencourt, que após quatro partidas foi substituído por Zanata. O novo treinador ficou no clube pouco tempo e também só dirigiu o Verdão do Cariri em quatro partidas. No Quadrangular de Descenso, Júnior Caruaru foi contratado e, coincidentemente, ficou a frente do Icasa por quatro partidas, quando também foi demitido. O auxiliar técnico e preparador de goleiros Zim Pinheiro foi encarregado de dirigir a equipe nos dois últimos jogos do campeonato, quando o Icasa, já rebaixado para a Série B, em 2017, só jogou para cumprir tabela.

 

A equipe do Itapipoca teve Jorge Pinheiro como técnico, nas duas primeiras rodadas da competição. Antes da terceira partida o técnico saiu e Washington Luiz assumiu a equipe nos dois próximos jogos. Finalmente, Filinto Holanda foi contratado e dirigiu o Itapipoca, a partir da 6ª rodada da 1ª Fase, até o final da competição, evitando o rebaixamento da equipe.

 

No Quixadá, Antônio Dias foi o técnico nas três primeiras partidas do campeonato. Argeu dos Santos assumiu a partir do quarto jogo e foi até o final da competição, não conseguindo evitar o rebaixamento da equipe para o Cearense da Série B, em 2017.

 

PÚBLICO PAGANTE E RENDA

 

Nas 76 partidas disputadas pela Cearense da Série A 2016, o total da arrecadação bruta foi de R$ 2.844.045,00 (Dois milhões, oitocentos e quarenta e quatro mil e quarenta e cinco reais), com média de R$ 37.421,64 (Trinta e sete mil, quatrocentos e vinte e um reais e sessenta e quatro centavos) por jogo.

 

O público pagante total, nas 76 partidas disputadas, foi de 193.010 torcedores, com média de 2.540 torcedores por jogo. A partida com a maior presença de público pagante e renda, em toda a competição, foi a segunda partida da decisão, na Arena Castelão, em que o Fortaleza venceu o Uniclinic, por 1 a 0, com 54.124 torcedores pagantes e uma renda de R$ 1.014.838,00 (Hum milhão e quatorze mil, oitocentos e trinta e oito reais).

 

Já a partida com menor presença de público pagante foi pela 6ª rodada, do Quadrangular de Descenso, na vitória do Itapipoca sobre o Tiradentes, por 2 a 0, no estádio Presidente Vargas, em Fortaleza-CE, no dia 26 de março, quando apenas 6 torcedores pagaram para assistir ao jogo, proporcionando a pior arrecadação de toda a competição: R$ 25,00.

 

Houve quatro partidas com portões fechados, durante todo o campeonato. Duas aconteceram na Primeira Fase: Tiradentes 2 X 2 Guarani de Juazeiro e Guarani de Juazeiro 2 X 1 Ceará, ambas realizadas no estádio Domingão, em Horizonte-CE. Já as outras duas, aconteceram pelo Quadrangular de Descenso: Icasa 1 X 4 Itapipoca e Icasa 1 x 5 Quixadá, ambas no estádio Romeirão, em Juazeiro do Norte-CE.

 

Das 76 partidas realizadas, somente 15 não deram prejuízos aos clubes mandantes, ou seja, pouco mais de 80% das partidas foram deficitárias, com saldo negativo em seus boletins financeiros.

Foram utilizados sete estádios durante toda a competição e os jogos ficaram assim distribuídos:

 

1- Estádio Presidente Vargas, em Fortaleza-CE (28 jogos realizados e somente 4 jogos não deram prejuízos financeiros);

2- Estádio Romeirão, em Juazeiro do Norte-CE (14 jogos realizados, com 2 jogos de portões fechados e 12 jogos com presença de público pagante, sendo que, destes, somente 2 jogos não deram prejuízos financeiros);

3- Estádio do Junco, em Sobral-CE (12 jogos realizados e somente 1 jogo não deu prejuízo financeiro);

4- Estádio Arena Castelão, em Fortaleza-CE (9 jogos realizados e 5 jogos não deram prejuízos financeiros);

5- Estádio Abilhão, em Quixadá-CE (7 jogos realizados e somente 1 jogo não deu prejuízo financeiro);

6- Estádio Perilão, em Itapipoca-CE (3 jogos realizados e somente 1 jogo não deu prejuízo financeiro);

7- Estádio Domingão, em Horizonte-CE (3 jogos realizados, 2 jogos com portões fechados e o único jogo, com presença de público pagante, não deu prejuízo financeiro);

Abaixo segue o público pagante e a renda, com as respectivas médias, dos dez clubes que participaram da competição:

 

JOGOS / PÚBLICO PAGANTE / MÉDIA

 

1º) Fortaleza (9 / 106.377 / 11.820)

2º) Ceará (7 / 44.329 / 6.333)

3º) Uniclinic (9 / 13.903 / 1.545)

4º) Guarany [S] (8 / 7.728 / 966)

5º) Maranguape (7 / 5.645 / 806)

6º) Tiradentes (7 / 4.384 /  626)

7º) Guarani [J] (8 / 3.914 / 489)

8º) Quixadá (7 / 3.206 / 458)

9º) Itapipoca (7 / 2.186 / 312)

10º) Icasa (7 / 1.338 / 191)

 

 

JOGOS / RENDA / MÉDIA:

 

1º) Fortaleza (9 / 1.740.510,00 / 193.390,00)

2º) Ceará (7 / 462.025,00 / 66.003,57)

3º) Uniclinic (9 / 274.724,00 / 30.524,89)

4º) Guarany [S] (8 / 96.192,00 / 12.024,00)

5º) Tiradentes (7 / 75.083,00 / 10.726,14)

6º) Maranguape (7 / 70.778,00 / 10.111,14)

7º) Guarani [J] (8 / 42.250,00 / 5.281,25)

8º) Quixadá (7 / 39.070,00 / 5.581,43)

9º) Icasa (7 / 23.501,00 / 3.357,29)

10º) Itapipoca (7 / 19.912,00 / 2.844,57)

 

O Campeonato Cearense da Série A vem apresentando uma queda significativa de público pagante e renda, nos últimos quatro anos, conforme o comparativo abaixo.

 

2016 (76 jogos)

Público pagante: 193.010

Média: 2.540

Renda: R$ 2.844.045,00

Média: R$ 37.421,64

 

2015 (76 jogos)

Público pagante: 259.165

Média: 3.410

Renda: R$ 4.323.356,00

Média: R$ 56.886,26

 

2014 (108 jogos)

Público pagante: 316.302

Média: 2.929

Renda: R$ 5.205.772,50

Média: R$ 48.201,59

 

2013 (134 jogos)

Público pagante: 270.039

Média: 2.015

Renda: R$ 3.667.630,00

Média: R$ 27.370,37

 

 

Em 2016, dos sete jogos do Ceará como mandante, cinco no PV e dois no Castelão, em Fortaleza-CE, somente o clássico diante do Fortaleza, na 5ª rodada da 2ª Fase, no Castelão, não deu prejuízo no borderô. As outras seis partidas, o Alvinegro pagou para jogar, embora ao final da competição não tenha apresentado saldo negativo nos borderôs, somando um lucro de R$ 108.235,43, levando-se em conta que a renda líquida, nos dois clássicos, diante do Fortaleza, foram divididas, cabendo ao Ceará, 40%, na primeira partida, e 50%, na segunda partida.

 

Já o Fortaleza, teve melhor sorte. Dos nove jogos como mandante, seis no Castelão, dois no PV, na capital, e um no Junco, em Sobral-CE, o Leão do Pici não teve prejuízo em três. No clássico diante do Ceará, pela 2ª rodada da 2ª Fase; no empate diante do Guarany de Sobral, no segundo jogo pela Semifinal; e na última partida da decisão, diante do Uniclinic, todos estes jogos, realizados no Castelão. Apresentou lucro, ao final da competição, no total de R$ 473.880,79, levando-se em conta que a renda líquida, nos dois clássicos, diante do Ceará, foram divididas, cabendo ao Fortaleza, 60%, na primeira partida, e 50%, na segunda partida e, ainda, que as rendas líquidas, nas duas partidas da final, diante do Uniclinic, foram divididas à proporção de 50% para clube, independentemente do resultado das partidas.

 

O Uniclinic, ao lado do Fortaleza, foi o clube que mais jogou em todo o campeonato. Foram nove partidas como mandante, todas em Fortaleza-CE, sendo oito no PV e uma no Castelão. Três partidas apresentaram borderôs com saldo positivo e seis apresentaram saldo negativo. Das partidas com saldo positivo, duas foram realizadas no PV e uma no Castelão. Pela 4ª rodada da 1ª Fase, no Castelão, o Uniclinic foi derrotado pelo Fortaleza, por 3 a 2, com 4.017 torcedores pagantes e uma renda de R$71.457,00. Depois, pela 4ª rodada da 2ª Fase, a Águia da Precabura perdeu por 5 a 1 para o Ceará, no PV, com 2.185 pagantes e uma renda de R$ 34.684,00. Finalmente, na primeira partida da final, no PV, nova derrota para o Fortaleza, desta feita por 4 a 1, com 7.331 pagantes e uma renda de R$ 166.496,00. O Uniclinic, de acordo com o que previa o Parágrafo Único, do Artigo 19 do Regulamento Específico da Competição (REC), fez jus a 50% da renda líquida das duas partidas da final do campeonato, independentemente do resultado, e terminou a competição com um lucro de R$ 355.541,40.

 

O Guarani de Juazeiro, em oito jogos como mandante, sete no Romeirão, em Juazeiro do Norte-CE e um no Domingão, em Horizonte-CE, só não teve prejuízo na vitória por 2 a 1, diante do Maranguape, no Romeirão, pela 5ª rodada da 2ª Fase, quando apresentou um lucro de apenas R$ 10,96 (Dez reais e noventa e seis centavos), com um público pagante de 664 torcedores e uma renda de R$ 5.440,00. O Leão do Mercado, diante do Ceará, jogou com portões fechados, no Domingão, em Horizonte-CE e no confronto com o Fortaleza, teve prejuízo de R$ 6,04 (Seis reais e quatro centavos) no borderô, com um público pagante de 904 torcedores e uma arrecadação bruta de R$ 11.600,00. Teve um prejuízo total de R$ 16.921,12 em todo o campeonato.

 

O Guarany de Sobral apresenta quadro semelhante ao Leão do Mercado. Em oito jogos como mandante, jogando no estádio do Junco, em Sobral-CE, somente em uma partida não teve prejuízo financeiro. Foi pela 8ª rodada da 1ª Fase, diante do próprio Guarani de Juazeiro, quando 801 torcedores pagaram para assistir ao empate em 1 a 1, proporcionando uma renda de R$ 7.593,00. Apresentou um prejuízo total de R$ 17.131,18 em toda a competição.

 

O Icasa, também amargou prejuízos na competição, além de ter sido rebaixado. Dos sete jogos como mandante, todos no Romeirão, em Juazeiro do Norte-CE, teve prejuízo em seis. O único jogo que apresentou saldo positivo no borderô, foi o realizado diante do Fortaleza, na derrota por 3 a 0, quando apresentou um público pagante de 793 torcedores e uma renda de R$ 16.920,00. A renda líquida, nesta partida, foi de R$ 0,01. O Verdão do Cariri teve que jogar duas partidas sem a presença de seu torcedor, com o estádio de portões fechados. Teve um prejuízo total de R$ 20.292,13 ao longo da competição.

 

O Itapipoca foi outro que, em sete jogos como mandante, só não teve prejuízo em um jogo. A equipe, no início do campeonato mandou seus jogos fora da sua sede, com três jogos no Junco, em Sobral-CE. Terminou a competição fazendo jogos no estádio Perilo Teixeira, em Itapipoca-CE e um no PV, em Fortaleza-CE. A única partida em que não teve prejuízo foi no empate em 0 a 0, diante do Icasa, no Perilo Teixeira, na 9ª rodada da 1ª Fase, na estreia em casa, quando 1.311 torcedores proporcionaram uma arrecadação bruta de R$ 12.320,00. No total, teve prejuízo de R$ 12.043,58 na competição.

 

Das sete partidas que o Maranguape fez, como mandante, no campeonato estadual, somente duas não deram prejuízos. O Gavião da Serra não teve como mandar seus jogos no Moraisão, em Maranguape-CE e jogou seis partidas no PV, em Fortaleza-CE e uma partida no Domingão, em Horizonte-CE. Apresentou saldo positivo no borderô, na partida diante do Ceará, quando foi derrotado por 4 a 0, no PV, pela 4ª rodada da 2ª Fase, diante de 2.858 torcedores que proporcionaram uma renda de R$ 34.342,00. A outra partida que apresentou lucro ao Maranguape foi outra derrota, desta feita, para o Guarany de Sobral, por 1 a 0, no Domingão, com público pagante de 1.100 torcedores e renda de R$ 10.100,00. No geral, apresentou prejuízo de R$ 8.986,07 em todo o campeonato.

 

O Tiradentes, em sete jogos como mandante no estadual, seis no PV, em Fortaleza-CE e um no Domingão, em Horizonte-CE, também só teve lucro em uma partida. Foi na 2ª rodada da 1ª Fase, quando perdeu para o Ceará, no PV, por 2 a 0, com público pagante de 4.026 torcedores e renda de R$ 74.050,00. Na 4ª rodada da 1ª Fase, jogou sem a presença de público, diante do Guarani de Juazeiro, no Domingão, em Horizonte-CE, quando empatou em 2 a 2. Apesar de ter apresentado prejuízo no borderô de seis partidas, conseguiu terminar a competição com saldo líquido positivo de R$ 7.858,71.

 

Além do rebaixamento, o Quixadá foi outro que teve prejuízos ao longo do campeonato. Das sete partidas como mandante, todas no estádio Abilhão, em Quixadá-CE, somente uma não apresentou prejuízo. Foi na derrota para o Ceará, por 2 a 0, pela 9ª rodada da 1ª Fase, quando 1.541 torcedores proporcionaram uma arrecadação de R$ 26.920,00. Ao término do campeonato, conseguiu ter um pequeno lucro nos borderôs de R$ 4.931,92, já que o saldo negativo dos seis borderôs foi inferior ao lucro liquido obtido no borderô do jogo diante do Ceará.

                          Nessa tarde de domingo (08/05) empleno o Castelão com mais de 50 mil torcedores o Fortaleza levantou a taça do bicampeonato (2015/2016), a equipe tricolor não se esforçou muito para garantir mais essa conquista para sua galeria, pois na primeira partida o leão havia goleado o Uniclinic por 4x1 e no jogo da volta para reverter a situação águia precisava vencer por um placar de no mínimo quatro gols de diferença para conquistar seu primeiro título estadual.

                         Com a goleada da primeira partida o jogo foi sonolento as equipes estavam num marasmo, o Uniclinic não buscava atacar, já o Fortlaeza entrou com o esquema táctico igual contra o Flamengo, somente com um atacante, porém buscando sair rápido pelas pontas, na direita Pio e Felipe e na esquerda Everton e Jean. As chances da primeira etapas foram pouquíssimas, Pio de falta assutou no início do jogo, após esse lance só tivemos outra boa oportunidade aos 41 em chute de fora da área para boa defesa de Berna. Primeiro termina no 0x0 e já podia escutar os gritos de é campeão no Castelão.

                         O segundo tempo de jogo o Uniclinic veio atrás da vitória, logo aos 5 minutos Preto quase marca após desvio na área, Ricardo Berna fez uma grande defesa. A águia foi para o jogo não restava muita coisa, então partiu atrás do gol, dessa forma deu espaço para o Fortaleza na primeira chance criado pelo tricolor, Jean Mota chegou atrasado após passe Anselmo, na segunda Juninho que acabará de entrar na partida recebeu livre e chutou em cima do goleiro Alex.

                       A partida estava sobre o controle do tricolor, e aos 32 minutos saiu o gol que o Castelão estava esperando, na ponta direita do ataque Felipe segurou a bola, tocou para Jean que cruzou na área subiram na bola quatro jogadores, Anselmo e André Lima juntos, o zagueiro do Uniclinic desviou para as proprias redes, contudo Anselmo saiu comemorando igual um louco, dessa forma o leão fez o gol da vitória que incediou de vez o Castelão. Antes do fim do jogo o Uniclinic ainda teve uma chance com Diogo e o Fortaleza com Daniel Sobralense.

                       Com o apito final do juiz, o Castelão foi só uma vibração e ecoava o grito de bicampeão, esse jogo quebrou o recorde de público do futebol brasileiro, a torcida tricolor se fez presente e colocou 54.124 pagantes nesse jogo. Agora após a conquista do certame estadual o Fortaleza tem 10 dias para seu próximo confronto, partida pela Copa do Brasil contra o Flamengo em Volta Redendo (18/05), o leão joga por qualquer empate para conseguir sua classificação. 

CAMPEONATO CEARENSE

FORTALEZA
Ricardo Berna; Felipe, Lima, Edimar e Willian Simões (Daniel Sobralense); Juliano, Dudu Cearense (Juninho), Pio (Corrêa), Éverton e Jean Mota; Anselmo
TÉCNICO: MARQUINHOS SANTOS

UNICLINIC 
Alex, Douglas (Lucas Mendes), André Lima, Marcelo Amaral e Guto; Guídio, Leanderson, Enercino (Nael); Vanderlei, Preto e Rael (Diogo) 
TÉCNICO: MAURÍLIO

Local: Arena Castelão, Fortaleza-CE
Data: 8/5/2016
Horário: 16 horas
Árbitro: Cleuton Lima
Assistentes: Arnaldo Souza e Nailton Oliveira
Cartões amarelos: Willian Simões (F), Enercino (U), Anselmo (F) e Daniel Sobralense (F)
Público pagante: 54.124
Não pagante: 1.000
Renda: R$ 1.014.838,00


Gols: 32min/2T - André Lima tenta evitar cruzamento dentro da área do Uniclinic, mas marca gol contra.

                          

                           Na primeira final do estadual de 2016 a águia Precabura encarrou o leão valendo a taça do certame cearense. O Fortaleza atropelou o Uniclicnic dentro do estádio Presidente Vargas por 4x1 e ficou muito próximo de mais um título estadual, sendo bi-campeonato. Com a resultado contruido pelo tricolor de aço, o leão poderá perder o segundo e decisivo jogo no domingo (08/05) por uma diferença de 3 gols dentro do Castelão, o Uniclicnic luta por um milagre para reverter essa grande vantagem tricolor tendo que golear por 4 ou mais gols de vantagem.

                         O jogo foi dominado pelo Fortaleza logo no início da partida Pio cobrou falta, no qual Lima desviou, contudo na sobra o zagueiro e capitão tricolor balançou as redes abrindo o placar no PV. O leão era superior no jogo não dando espaço para o Uniclinic jogar, o goleiro Alex salvou várias oportunidades do tricolor aumentar o placar. O Fortaleza não sentiu a falta de Felipe e Berna, já pelo lado da águia, Enercino e Guto estavão fazendo bastente falta nessa final de campeonato. 

                        Aos 33 minutos em jogada pela esquerda do ataque tricolor  Everton foi derrubado por Guidio dentro da área o árbitro da partida não teve dúvida e assinalou penalidade máxima para o Fortaleza. No lance do pênalti Anselmo contra Alex, o camisa 9 e artilheiro do campeonato cobrou no canto esquerdo baixo de Alex,o goleiro foi na bola, mas a cobrança foi perfeita balançando as redes novamente do Uniclicnic. Com o placar favorável o leão dominava o jogo e quase marcava o terceiro gol ainda na primeira etapa. O primeiro tempo terminou com vantagem tricolor por 2x0.

                       Logo aos 30 segundos do segundo tempo o Fortaleza foi para matar a partida, Jean Mota deu um bom passe para Juninho que entrou na área e chutou cruzado para marcar o terceiro gol tricolor. Após o terceiro gol o Uniclinic foi no estilo Kamikase, se atirou para o ataque deixando espaço para o leão jogar. A forma de jogar do Uniclinic acabou dando certo, pois aos 10 minutos após cobrança de falta na trave, e bate rebate a bola sobrou na pequena área para o zagueiro Marcelão em posição irregular para diminuir o placar.

                        A águia continuou tentando com Diogo, contudo o Uniclinic errava nas conclussões, já o tricolor tinha espaço para definir a partida, porém os meias tricolores não conseguiam acertar o último passe para os atacantes balançar as redes. Já próximo ao final do jogo aos 39 minutos em escanteio cobrado por Everton o zagueiro Edimar chegou primeiro que seu marcador chutou com força para marcar o quarto gol do Fortaleza na partida. Dessa forma o leão aplicou uma goleada no Uniclinic ficando muito próximo do 41° título estadual.

                       Já na quarta-feira (04/05) o tricolor de aço muda o chip, agora o jogo será por outra competição pela segunda fase da Copa do Brasil contra o Flamengo no estádio Castelão ás 21:45, no qual desde de ontem já iniciou a venda dos ingressos para essa importante partida. No próximo domingo dia (08/05) o leão e a águia voltam a jogar, valendo a taça do certame local, o Fortaleza está muito perto de ser bi-campeão estadual.  

Público pagante : 7331

Não pagante : 496

Renda : R$ 166.496,00

 

Em um jogo elétrico, principalmente o segundo tempo, Fortaleza e Guarany de Sobral empataram em 4 a 4 neste domingo (24), mas o resultado acabou favorecendo o Leão do Pici, que avança à final do Campeonato Cearense. No primeiro tempo, o Fortaleza foi superior, mas o placar marcava 1 a 1 antes do intervalo.

 

A chuva de gols veio no segundo tempo. Tininho marcou três (dois deles de pênalti) e deu uma assistência para Aderlândio fazer, de cabeça, pelo Guarany de Sobral. Pelo Leão do Pici, marcaram Éverton, Anselmo, Jean Mota e Daniel Sobralense. O adversário da final será o Uniclinic. O primeiro jogo da decisão do Campeonato Cearense será no dia 1° de maio. O GloboEsporte.com acompanha todos os detalhes da decisão meia hora antes de a bola rolar.

 

A proposta do Fortaleza era clara. Começar o jogo a mil para garantir a classificação o mais rápido possível. E assim o fez. Pressionou, teve maior posse de bola, buscou mais o ataque. Mas não conseguiu ser eficiente. Quem balançou primeiro as redes foi o Guarany de Sobral, com Tininho, em um belo chute no canto esquerdo de Ricardo Berna. Atrás no placar, o Leão do Pici voltou a atacar ferozmente o gol adversário. Até quem conseguiu um pênalti, após cobrança de escanteio. Artilheiro, Anselmo não desperdiçou e deixou tudo igual. Não fosse a falta de pontaria do Leão, a vantagem antes do intervalo poderia ter sido bem maior.

 

Não perca as contas Quando a bola rolou, o Fortaleza precisou de menos de um minuto para virar o jogo. Após o chute cruzado de ÉVerton, André Zuba espalmou e a bola sobrou nos pés de Daniel Sobralense, que fez o segundo do Leão. Mas não parou por aí. De pênalti, Tininho deixou tudo igual. Dois minutos depois, Éverton recolocou o Fortaleza na frente. Mas em outro pênalti, com direito a expulsão de Berna, Tininho marcou o terceiro dele e o terceiro do Leão. Aderlândio, de cabeça, colocou o Guarasol à frente, dando esperanças ao torcedor. Mas Jean Mota deixou tudo igual de novo. 4 a 4. Fortaleza finalista do Cearense.

 

Fonte: Ronaldo Déber

Como tinha a vantagem de resultados iguais, por causa da melhor campanha ao longo das duas primeiras fases do campeonato, o Uniclinic se classificou graças à vitória pelo mesmo placar, no Estádio Romeirão, há uma semana, no jogo de ida da semifinal.

 

Com a vaga inédita na mão, a equipe comandada por Maurílio Silva espera pelo vencedor de Fortaleza x Guarany de Sobral, neste domingo (24). Com o adversário definido, os dois começam a preparação para a decisão do Cearense, nos dias 1º e 8 de maio.

 

Além da vaga na final cearense, a Águia da Precabura está na Copa do Nordeste e na Copa do Brasil de 2017 e na Série D do Campeonato Brasileiro deste ano. No primeiro tempo, a partida era bastante sonolenta. O Uniclinic parecia administrar uma partida que já era "favas contadas". Do outro lado, o Guarani de Juazeiro se mostrava nervoso e ainda teve um jogador expulso com 11 minutos de jogo.

 

Com esse cenário, o confronto caminhou lentamente até o final, aos 48 minutos de um 0 a 0 sem graça e quase sem torcida no PV. Mas, na volta para a etapa final, os poucos torcedores viram um outro panorama ser desenhado. Do primeiro ao último minuto, o Guaraju mostrou que iria para o tudo ou nada. E o tudo quase chegou ao fim do tempo regulamentar.

 

Aos 19 minutos, Gleidson acertou cruzamento na terceira vez que tentou e Thomas Anderson apareceu de surpresa para abrir o placar. Cinco minutos depois, Adenilson arriscou chute de fora da área e, com um desvio, a bola enganou o goleiro Marcello Galvão, ampliando o placar para 2 a 0. Daí em diante, a pressão do Leão do Mercado foi até o fim, com o Uniclinic se defendendo o máximo possível para garantir a vaga.

 

Fonte: Ronaldo Déber

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